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São Paulo - Depois de muito tempo de espera, os usuários do Apple Watch podem finalmente interagir com o Spotify direto do relógio inteligente. A versão oficial do aplicativo de músicas concorrente do Apple Music chegou nesta à App Store, a loja de aplicativos do iPhone-apesar de que em uma versão bastante limitada. A “primeira versão” do Spotify, como anunciado na corporação, transforma o relógio inteligente da Apple numa espécie de “controle remoto” pros dispositivos que realmente estejam executando o app, como iPhones, caixas de som ou pcs.

O usuário pode controlar a reprodução das músicas e dos podcasts a partir do Apple Watch, alternar entre os dispositivos acessíveis pra atuar como grande-falantes e marcar como favoritas as faixas desejadas. Duas funcionalidades muito aguardadas, todavia, não estão acessíveis nessa versão. Os usuários ainda não podem reproduzir as faixas diretamente do relógio nem ao menos ouvi-las offline, o que gera uma dependência de conexão e da presença do iPhone por perto no tempo em que o Spotify é usado.

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A chegada do Spotify ao Apple Watch é um marco na disputa por usuários dos serviços de streaming de música. No mercado desde 2015, a Apple Music, concorrente direta do Spotify, retém mais de cinquenta milhões de assinantes, segundo Tim Cook, CEO da Apple, em entrevista à Bloomberg Tv. Já o Spotify, que conta com uma opção gratuita, tem cerca 95 milhões de assinantes premium, segundo teu web site oficial.

Estou com o Rjclaudio, nem ao menos tal na combinação das fontes com as bibliografias, entretanto na charada dos livros que devem ir para a última. Bibliografia é (ou deveria ser), claramente, uma lista dos livros utilizados na confecção do post. Não temos qualquer autoridade pra aconselhar O Nosso Propósito é Conduzir Até Você , e parece-me bem fácil que tais listas sejam usadas pra propaganda de obras parciais ou que sigam acordada agenda (não me refiro a cada caso concreto). Além do mais, se de fato a seção for absolutamente necessária, imediatamente vi se usar os títulos “Bibliografia sugerida” ou “Leitura sugerida”, que a meu acompanhar é bem mais honesto com o leitor. Sugiro até mesmo uma mudança no livro de tipo por esse sentido.

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RafaAzevedo msg 09h09min de dezessete de janeiro de 2009 (UTC)Não entendi a colocação do Burmeister com ‘cite as fontes’. Uma biblografia não é uma citação de referências? Desconheço como foi feito o livro de tipo do foco, e se a comunidade foi consultada sobre isso dessa questão. RafaAzevedo msg 09h45min de 17 de janeiro de 2009 (UTC)Concordo tanto com o Burmeister com com o Rafa. As notas de rodapé atribuem dada secção ou frase para a obra específica de onde foram tirados e deste jeito é menos difícil verificar os dados. Quando de facto os livros da secção “Bibliografia” não foram usados como fonte, necessitam ser colocados numa secção com nome neutro, como “Leitura adicional”.

Imagino o tamanho das bibliografias qnd elas forem usadas pra assinalar textos e livros. Pra blogs geralmente só vejo serem usados web sites oficiais. Há Cartoon Network (Portugal) esta enciclopédia tem versão em português. Quando a vi, encontrei que houve uma tradução (na minha opinião) muito malfeita. A palavra inglesa “article”, embora possa se traduzir em “post”, no caso de enciclopédias e dicionários é traduzida de maneira bem mais correta como verbete. Se fosse uma nova gíria ou qualquer coisa deste modo, eu entenderia. O defeito é que esse “postagem” foi uma tradução equivocada.

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Seria melhor uma revisão do termo, se possível em todos os pontos da enciclopédia, para que a expressão correta passe a ser utilizada. O maior dificuldade é que o termo usado pela Wikipédia hoje não é a frase correta pra designar os componentes da enciclopédia. As divisões de um dicionário ou enciclopédia são e a toda a hora foram “verbetes”. OBS.: Se uma pessoa puder apontar um dicionário não-brasileiro (sinto muito, isto está fora de meu alcance que, antes de aparecer a “Wikipédia” lusófona, registrasse o exercício de “post” como “entrada de enciclopédia/dicionário”, dessa maneira tudo bem. Mas acho que, como dito acima, por esse caso as duas expressões deveriam ser usadas. Gostaria de debater isto com os Srs. Obrigado pela atenção, e até a próxima.

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A explicação de postagem no Priberam contém esta divisão que julgo pertinente bem que não me tire as dúvidas: “escrito de jornal mais extenso que uma acessível notícia”. Algum do “utensílio” presente na Wikipédia é bastante mais longo do que um “verbete” (que tradicionalmente é anão). Julgo assim sendo que o termo artigo pode ser adequado graças a desta diferença.

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GoEThe (discussão) 11h41min de 18 de janeiro de 2009 (UTC) Concordo com o Goethe, e digo ainda (como imensos editores disseram): a Wikipédia não é de papel. Ou seja: esse projeto não tem as limitações de uma enciclopédia impressa convencional, tais como as indicadas pela página referida. Não possuo certeza se um texto como Distúrbios pela Grécia em 2008, p. ex., poderia figurar em uma enciclopédia comum.

Não acho que seja um verbete, nos sentidos indicados acima. Vinte e dois msg 17h20min de 18 de janeiro de 2009 (UTC)Eu tenho sensacional memória! “ Ou ao menos tem que ser permitido o exercício em tal grau de uma quanto de outra palavra, ou as duas (Ex.: “Verbete/Artigo Principal”). Ou criada uma nova opção (bem à visibilidade, se possível na Página Principal) pros usuários que queiram usar a palavra correta.

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